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sábado, 20 de outubro de 2012

Hamas condena abordagem israelense a navio pacifista em Gaza

Veleiro sueco Estelle faz parte de operação humanitária. Para movimento islamita, a ação foi "ato de pirataria".
 
O movimento islamita Hamas condenou neste sábado a abordagem israelense à 3ª Flotilha da Liberdade e a descreveu como um ato de "pirataria" e "crime de guerra".

Veleiro Estelle parte de Nápoles, na Itália, com destino a Gaza (Foto: AFP)
Veleiro Estelle
"A intercepção do navio é um ato de pirataria israelense (..) um crime contra a humanidade e contra o povo palestino", disse Fawzi Barhum, porta-voz do movimento que governa Gaza, em comunicado.

Forças militares israelenses interceptaram o navio de bandeira finlandesa que se dirigia a Gaza a 40 milhas do litoral palestino, quando tentava romper o bloqueio que Israel impôs à Faixa em 2007.

Após uma abordagem sem violência, segundo um boletim militar, a embarcação está sendo conduzida neste momento ao porto de Ashdod, a 40 quilômetros ao norte de Gaza.

A bordo se encontram ativistas e parlamentares de Espanha, Finlândia, Suécia, Noruega, Canadá, Itália, Grécia e Israel.

Em Madri, a ONG 'Rumo a Gaza', que dirige e coordena a atividades na Espanha da Flotilha da Liberdade, disse que a intercepção por 'soldados mascarados' aconteceu em águas internacionais às 10h15 locais (5h15 de Brasília), depois que 'cinco ou seis embarcações militares a rodeassem'.

Barhum considerou que 'este crime deve encorajar outros navios de solidariedade a vir a Gaza para desafiar o bloqueio e terminar o sofrimento do povo palestino'.

G1 

Nota do blog: O bloqueio refere-se ao isolamento econômico e comercial imposto à Faixa de Gaza pelos governos do Egito e Israel. As restrições são mantidas por terra, água e ar.

A medida foi tomada depois que o grupo islâmico radical Hamas, partido vencedor das eleições parlamentares na Palestina, assumiu o poder naquele território. 

O Hamas é responsável por dezenas de atentados terroristas contra cidadãos israelenses e é listado como uma organização terrorista pelo Canadá, União Europeia, Israel, Japão e Estados Unidos. O grupo também foi banido na Jordânia.

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