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terça-feira, 27 de junho de 2017

Planeta X: estudo sugere possível novo planeta no Sistema Solar

Um novo estudo a ser publicado nos próximos dias coloca mais lenha na fogueira sobre os planetas hipotéticos no Sistema Solar. Agora é a vez do Planeta Dez, um objeto bem mais próximo que o suposto Planeta Nove, mas que como este, também nunca foi comprovado.
 Planeta 10
Concepção artística mostra como seria o hipotético Planeta 10. Segundo os pesquisadores, o objeto teria diâmetro equivalente à distância entre a Terra e Marte. Crédito: Laboratório Lunar e Planetário da Universidade do Arizona.
 
O estudo foi realizado por cientistas planetários ligados ao Laboratório Lunar e Planetário, da Universidade do Arizona e será publicado nos próximos dias no conceituado Astrophysical Journal, um dos mais respeitados periódicos no campo da astrofísica. 

De acordo com o paper, escrito pelos cientistas Kat Volk e Renu Malhotra, a hipótese deste novo planeta está alicerçada no movimento das rochas situadas no Cinturão de Kuiper, uma região repleta de corpos gelados muito além da órbita de Netuno. Segundo o estudo, o movimento orbital de alguns desses corpos sugere que um planeta invisível, de grande massa, pode estar afetando a órbita desses objetos. 

"A explicação mais provável para nossos resultados é que há uma massa não vista situado a 60 UA do Sol", disse Kat Volk. Essa distância é cerca de 10 vezes mais próxima de onde estaria o suposto Planeta Nove, que de acordo com trabalhos de Konstantin Batygin e Michael Brown, do Caltech (Instituto de Tecnologia da Califórnia), seria o responsável por influenciar gravitacionalmente os objetos do Cinturão de Kuiper. 

Irã promove marcha para pedir “morte a Israel”

Destruição de Israel é a "prioridade do mundo islâmico", afirmas líderes religiosos.



Depois da chamada “Revolução de 1979”, que transformou o país numa ditadura islâmica, o Irã sempre defende a destruição de Israel com base na exortação do Alcorão: “Matai-os [os infiéis] onde quer que os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram”. Uma das maneiras de manter vivo esse discurso é a promoção anual do Dia de Al Quds, palavra árabe que significa “A Santa”, a maneira como os muçulmanos chamam Jerusalém.

Como todo ano, a parada realizada na capital Teerã, coincidiu com o encerramento do Ramadã, mês mais sagrado do ano para os islâmicos. Além dos tradicionais cantos de guerra, pedindo “Morte a Israel”, foi declarado que destruir o Estado judeu é “a principal prioridade do mundo muçulmano”.

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Terrorismo islâmico: o novo normal? Jamais!

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O novo normal? A polícia ajuda sobreviventes do atentado terrorista na London Bridge, 4 de junho de 2017.(Foto de Carl Court/Getty Images)

Quando ocorrem ataques terroristas, é comum ouvirmos da mídia Ocidental e da classe política que devemos aceitar os ataques terroristas como o "novo normal."

Para os cidadãos do Ocidente esta é uma frase perigosa.

A doutrina islâmica da jihad, expansão e Dawah (divulgação do Islã, proselitismo) dependem pesadamente do uso do terrorismo e da sedução. Targhib wal tarhib é uma doutrina islâmica que significa "seduzir (atrair) e aterrorizar" como ferramenta para a Dawah para conquistar nações e forçar os cidadãos a se sujeitarem à Lei Islâmica (Sharia). Isso equivale à manipulação das partes instintivas do cérebro com pressões opostas extremas de prazer e dor - recompensadoras e punições exemplares - para a lavagem cerebral para a aceitação do Islã.

A maioria dos muçulmanos comuns sequer conhece essa doutrina, mas os livros islâmicos escrevem a respeito. Os principais xeques muçulmanos como Salman Al Awda debateram sobre o tema na TV Al Jazeera. Em um programa de nome "Sharia e Vida", Al Awda recomendou o uso de extremos "para exagerar... recompensar e punir, moralmente e materialmente... nos dois sentidos". "O uso do terrorismo segundo essa doutrina", salientou ele "é uma obrigação legítima da sharia".

Defesa israelense: Abbas empurra Hamas para conflito com Israel

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O presidente palestino, Mahmoud Abbas, "empurra Hamas para conflito com Israel", segundo o ministro da Defesa israelense, Avigdor Lieberman.

"Não tenho intenção de iniciar uma atividade militar, nem no verão, nem no outono, nem no sul, nem no norte. Nosso objetivo é evitar a guerra, e a única maneira de alcançá-lo é através de defesa confiável", afirmou o ministro durante a conferência de Herzliya, perto de Tel Aviv.

Nesta semana, Israel começou a reduzir os 40% de eletricidade, fornecida a Gaza, que era paga pela Palestina a pedido de Abbas. Agora, os habitantes de Gaza têm somente entre duas e três horas de eletricidade por dia.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

“Casamento homossexual” é “sacramento” luciferino, diz porta-voz do “Templo Satânico” nos EUA

Sempre que o povo americano tentar conter o aborto ou manter leis do casamento tradicional, os seguidores de Satanás vão estar lá para se opor, prometeu o porta-voz nacional do Templo Satânico, segundo informação da agênciaLifeSiteNews.

Templo Satânico ganhou notoriedade pela tentativa de realizar uma ‘Missa Negra’ na Universidade de Harvard que foi repelida pelos estudantes católicos.  

O porta-voz Lucien Greaves, cujo nome de nascimento é Doug Mesner, disse para o jornal Metro Times de Detroit que ele gostaria de ajudar as mulheres a não cumprir as leis pela vida.

Segundo ele, as restrições ao aborto violam as crenças religiosas satânicas e o “casamento” homossexual é um “sacramento” da religião diabólica.

Ele acrescentou que o objetivo atual do Templo Satânico é ter lobistas em Washington D.C., para passar leis que amparem a “religião de Satanás”.

Ele atacou o governador de Michigan, Rick Snyder, porque “vem tentando tornar insustentável para as mulheres a interrupção da gravidez”.
 
“Nós sentimos que devemos proteger com isenção religiosa as mulheres de procedimentos supérfluos, como o ultrassom transvaginal”, disse Greaves explicitando a “religião luciferina”.

Jared Kushner é comissionado por Donald Trump para visitar Israel e Palestina e reiniciar processo de paz

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Assessor principal do presidente Jared Kushner participa da Comissão do Presidente sobre Combate à Toxicodependência e da Crise dos Opióides em Washington, EUA, 16 de junho de 2017. REUTERS / Joshua Roberts

O presidente dos EUA, Donald Trump, está enviando nesta semana, dois principais assessores, para Jerusalém e Ramallah, para discutir próximos potenciais passos em sua tentativa de reiniciar as conversas de paz entre israelenses e palestinos, disse um funcionário da Casa Branca no domingo.
 
Quem fará a viagem será o conselheiro sênior da Casa Branca Jared Kushner, que é o genro de Trump e o marido de sua filha, Ivanka Trump, e Jason Greenblatt, um dos principais assessores de segurança nacional. Greenblatt, que chegarão na região na segunda-feira e Kushner na quarta-feira.

Os diálogos seguem as discussões de Trump no mês passado com o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu e o presidente palestino, Mahmoud Abbas. As conversas de bastidores ocorreram desde a viagem Trump, disse o funcionário da Casa Branca.
Ttraduzido de CrusaderJournal.com 

Quem é JARED KUSHNER?

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Ecumenismo. Líderes de todas as religiões do mundo fazem campanha por “união”


Alguns dos principais líderes religiosos do mundo se uniram para uma campanha promovida pelo Instituto Elijah Interfé.

Um vídeo que compila apelos de cristãos, judeus, muçulmanos, hindus, budistas e sikhs pretende popularizar a ideia de união das pessoas de fé, em especial diante dos ataques terroristas que se multiplicam pelo planeta.

No vídeo, o aiatolá muçulmano Sayyid Fadhel Al-Milani disse: “Nosso conselho é ser amigos de todas as pessoas, independentemente da religião”, enquanto Papa Francisco disse que sua experiência religiosa foi “enriquecida” pela sua convivência com pessoas de outras confissões, que ofereciam outras “explicações” sobre a vida.

Muçulmanos radicais no Brasil já pregam fim de cristãos e judeus

[Imagem: Brasil%2BIslam.jpg]

A radicalização de muçulmanos brasileiros repete o roteiro visto em outros países. Os fanáticos pregam o fim de cristãos e judeus. O alerta é de Rodrigo Jalloul, o principal xeque xiita do Brasil. Leia outro trecho de sua entrevista à Veja:

Por quê [é preciso ter cuidado com a radicalização]?

A religião islâmica é de origem árabe. No Oriente Médio, as pessoas lidam com a religião com naturalidade. Alguns brasileiros, porém, estão abraçando a fé cegamente. Há muitos fanáticos pregando para gente intelectual e emocionalmente vulnerável por aí. Não necessariamente incitando ao terrorismo, mas ensinando uma forma equivocada de lidar com a religião. Esses fanáticos pregam que cristãos e judeus não podem existir. Pregam até o afastamento da família, apesar de o profeta Maomé dizer que o respeito aos pais deve ser mantido até o fim da vida. Aqueles que têm mais sede de conversão são os piores. Eles querem se converter e não discutem nem questionam nada. 


Rodrigo Jalloul será mais um xeque falso? Nao. Rodrigo possui título religioso de “hojatoleslam”, um grau abaixo do de aiatolá, e se transformou no primeiro e mais graduado xeque xiita brasileiro.

quarta-feira, 14 de junho de 2017

O retorno (planejado) à brutal sexualidade pagã


Os progressistas sexuais alegam que estão a dar início a um “admirável mundo novo” repleto de liberdade, mas a sua “nova” moralidade é tão antiga como as montanhas. 

Quantas vezes já ouviram os progressistas sexuais alegarem que aqueles de nós que defendem a moralidade sexual e o casamento tradicionais estão “do lado errado da história”? Mas como ressalva um livro recente, são os proponentes da revolução sexual que estão a abraçar uma moralidade sexual que a história deixou para trás há milênios – nas ruínas do Fórum Romano.

Sim, a civilização ocidental está a atravessar por uma mudança cultural dramática; no espaço de alguns anos, a nossa sociedade mudou de forma fundamental o entendimento do casamento, abraçou a noção de que os homens podem transformar-se em mulheres, e está agora a promover a ideia de que homens adultos podem-se sentir à vontade para partilhar instalações sanitárias com jovens mulheres. Sem surpresa alguma, estamos também a observar esforços rumo à normalização da poligamia, pedofilia e incesto.

Religião da paz? Imã pede que mulçumanos matem judeus para "apressar o Juízo Final"

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O imã Mundhir Abdallah é líder da mesquita Masjid Al Faruq, uma das maiores de Copenhague, capital da Dinamarca. É sabido que o local tinha vínculo com correntes do Islã radical no país. 
 
Durante uma reunião de oração recente, o líder religioso citou uma hadith – tradição baseada em citações de Maomé – lembrando que “o Dia do Juízo não chegará até que os muçulmanos combatam e matem os judeus”. 
 
Segundo a tradução do árabe para o inglês, divulgada pelo Instituto Americano Middle East Media Research (MEMRI), o hadith diz: “Os judeus se esconderão atrás de rochas e de árvores, mas as árvores e as rochas dirão: ‘Oh, muçulmano, Oh, servidor de Alá, há um judeu atrás de mim, venha matá-lo'”. 
 

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Fim dos tempos: Canadá aprova lei que amplia controle homossexual sobre crianças e anula direitos de pais cristãos

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A província de Ontário, no Canadá, aprovou uma lei “totalitária” que permite que o governo tire os filhos de seus pais. A lei é um perigo para lares cristãos onde os pais creem que Deus designa os sexos.
Líderes pró-família estão alertando que a Lei 89 dá ao Estado mais poder para tirar os filhos das famílias que discordam da agenda LGBT.
LifeSiteNews informou que órgãos governamentais terão licença para banir casais que discordam da agenda homossexual de cuidar ou adotar crianças.
A lei, conhecida como Lei de Apoio à Infância, Juventude e Família, 2017, revoga e substitui a antiga Lei de Assistência Social Infantil e Familiar que governa as agências de conselho tutelar e adoção e cuidado de crianças.
“Identidade de gênero” e “expressão de gênero” são consideradas requisitos obrigatórios “nos melhores interesses da criança.”
A lei despreza totalmente a religião e fé dos pais e ordena que os conselhos tutelares considerem apenas o próprio “credo” ou “religião” da criança ao considerar os melhores interesses da criança.

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Profecia do retorno de judeus a Israel deve dividir a nação em 12 tribos, diz rabino

Segundo o rabino Hillel Weiss, com o cumprimento da profecia conhecida como 'Terceira Herança', Israel deve ser novamente dividida em 12 tribos.

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Judeu toca shofar próximo ao Muro das Lamentações. (Foto: Jerusalem Post)
Nos próximos anos, deve haver mais judeus que vivem em Israel do que em outras partes do mundo, o que indica uma gigantesca mudança demográfica com implicações proféticas, encontradas na Bíblia.

Em 1947, cerca de 630.000 judeus viviam no mandato britânico, compreendendo menos de 6% da população judaica global.

Desde então, a população judaica em Israel aumentou mais do que dez vezes. Judeus israelenses agora representam mais de 43% da população judaica global. Em breve, a maioria dos judeus no mundo será encontrada dentro das fronteiras de Israel, de acordo com um relatório divulgado pelo site 'Breaking Israel News' (BIN).

Ministro de Defesa de Israel afirma: Acordo de paz com Palestina está 'mais perto do que nunca'

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Ministro da Defesa israelense, Avigdor Lieberman - © Sputnik/ Maksim Blinov

O ministro da Defesa israelense, Avigdor Lieberman, está convencido de que israelenses e palestinos estão "mais perto do que nunca" de assinar acordo de paz e de que a possibilidade de estabelecer relações diplomáticas com alguns países árabes fará com que o governo israelense aceite o acordo.

"Estamos mais perto do que nunca de fechar acordo", disse Lieberman ao Canal 2 da televisão israelense. "Espero que sejamos capazes de nos dar conta de que há esta opção", acrescentou.

quarta-feira, 7 de junho de 2017

E ao terceiro dia... Jerusalém foi libertada. Faz hoje exatamente 50 anos!

O "terceiro dia" é muito importante no calendário divino.

Foi ao terceiro dia que Ele ressuscitou o Seu Filho dentre os mortos. Foi ao terceiro dia profético (1 dia = 1 ano) que o povo judeu renasceu das cinzas e declarou a sua independência na Terra de Israel (1945 - 1948). 

E foi ao terceiro dia da mítica Guerra dos Seis Dias que as vitoriosas tropas israelitas reconquistaram Jerusalém, até então ocupada pelos jordanos muçulmanos.

Para Deus não há coincidências. Tudo funciona segundo "os Seus decretos." 

"Depois de dois dias nos ressuscitará; ao terceiro dia nos levantará, e viveremos diante d' Ele." (profeta Oséias 6:2)

Senado americano aprova transferência de sua embaixada em Tel Aviv para Jerusalém

Embaixada dos EUA em Tel Aviv, Israel
 
Na segunda-feira (5), o Senado dos EUA aprovou uma resolução que visa mudar a embaixada dos EUA em Israel de Tel Aviv para Jerusalém, bem como resolver o conflito árabe-israelense através do princípio de “dois Estados”.

Destaca-se que, dentre os 100 senadores, grande parte votou a favor do documento.

De acordo com a anotação da resolução, o documento condiz com "antiga política americana bipartidária" de acordo com a qual "o estatuto permanente de Jerusalém permanece sendo uma questão que deve ser resolvida entre as partes através de negociações rumo à decisão final sobre a existência de dois países".

terça-feira, 6 de junho de 2017

Líder mulçumano afirma que literatura islâmica incentiva ataques terroristas

[Imagem: 9p97tbs5ix63q8upggkfk9kub.jpg]
Imagem: Último Segundo

O Imam Shaikh M. Tawhidi é licenciado por vários grandes aiatolás e líderes de seminários islâmicos para liderar e representar a comunidade muçulmana. Ele atualmente ocupa o cargo de Imam da Associação Islâmica da Austrália do Sul.

Segundo ele, nessa entrevista apresentada na TV Australiana, a literatura mulçumana é a grande culpada pelo crescente número de ataques terroristas no mundo, pois incentiva os jovens a tal prática.
 

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Brasil se une a países islâmicos e vota contra Israel na OMS

A resolução fala da sobre as condições de saúde nas áreas disputadas por palestinos em Israel

A embaixadora Aviva Raz-Shechter, representante de Israel na Organização Mundial da Saúde (OMS) denunciou outra ação da ONU contra seu país.

Dessa vez foi uma resolução aprovada que fala trata áreas de Israel como “território palestino ocupado”.

Na aprovação dessas resoluções, o Brasil voltou a se unir com nações islâmicas e votou contra Israel, ao lado de países como Cuba, Venezuela, Síria, Argélia, Egito, Kuwait, Líbia, Paquistão, Arábia Saudita e Tunísia.

O texto critica apenas Israel sobre as más condições de saúde nas áreas em disputa com a Autoridade Palestina e o acordo foi votado sob pressão do regime de Bashar al-Assad.