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domingo, 10 de dezembro de 2017

Revelação: O Anticristo será mulçumano

https://i.ebayimg.com/images/g/NcUAAOSwKfVXD6rZ/s-l300.jpgO reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel pelo presidente americano Donald Trump é uma prova que vivemos no tempo do fim. Recentemente nações mulçumanas se reuniram prevendo que isso ocorreria. E essa reunião de cúpula, composta por 57 nações mulçumanas nos leva a um cenário nunca antes visto. De repente surja uma solução para o impasse entre palestinos e judeus, uma falsa paz.

Por outro lado, essa aliança fortalece os laços entre os governos mulçumanos, que ansiosos aguardam a chegada do seu salvador, o imam Mahdi, podendo desse modo acelerarem o seu surgimento.

Eu acredito que o Mahdi na verdade é o anticristo que virá para subjugar os cristãos, bem como tentar dar um fim à nação de Israel. E é o que iremos fundamentar abaixo, baseado inicialmente na argumentação de Walid Shoebat, um ex-terrorista palestino e ex-mulçumano, convertido ao cristianismo. 

E para isso, citaremos o texto do livro de Apocalipse, referente as revelações que Jesus Cristo  revelou para o apóstolo João, quando  estava aprisionado na ilha de Patmos:
O texto bíblico diz: “Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis”. Apocalipse 13:18 (Bíblia Sagrada, versão NVI)
De maneira coloquial, a primeira frase “aqui há sabedoria”, equivale a “aqui há um enigma”. Logicamente, enigma é algo um tanto difícil de interpretar. A palavra "calcule", na segunda frase, no original grego é "psephizo" e significa "decidir por votação". A palavra "número" em grego é "arithmos" que significa qualquer número. E como se refere a pessoas então quer dizer muitos números, uma multidão. 

Então o versículo ficaria assim: "Aqui é um enigma. Aquele que tem entendimento, determine a multidão da besta; pois é uma multidão de homens, e a multidão é chi xi stigma". Em grego as letras gregas chi xi stigma - X (χ), E (ξ), S (ς) -, significam 600, 60 e 6, respectivamente.

sábado, 9 de dezembro de 2017

EUA e Jerusalém: vem guerra por aí?

Reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel gerou reações no mundo islâmico

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Imagem: Agência O Globo
Antes de escrever sobre o evento histórico promovido pelos Estados Unidos no momento em que o presidente Donald Trump reconheceu Jerusalém como capital de Israel, resolvi dar uma espiada nas “análises” da galera suprassumo em política internacional e também na mídia árabe. Afinal de contas, nenhum país se importa realmente com os palestinos sob a ótica dos “direitos humanos”, uma vez que o intuito real é deslegitimar Israel na obsoleta oposição midiática comunista ao único país que não se afundou na desordem estimulada pelo ódio religioso e sectarismo, próprios de países muçulmanos.

Tão logo Trump cumpriu com o dever consignado na lei que o Congresso americano aprovou em 1995 – que prevê o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel e a consequente transferência da embaixada – e que vinha sendo covardemente postergado por seus antecessores, a comunidade internacional explodiu em fúria – não tão “calorosa” quanto os jihadistas que o Ocidente recebeu – criticando a ação americana num flagrante desrespeito à soberania do país. 

O vozerio foi fortalecido pela União Europeia, na pessoa da chefe de política externa, Frederica Mogherini – aquela integrante do partido comunista italiano que “tietava” o terrorista Yasser Arafat[1] – irresignada, após o ato de Trump, disse: “acreditamos que a única solução realista para o conflito entre Israel e Palestina é baseada em dois Estados e com Jerusalém como a capital de ambos”[2]. Talvez, a tese dela em ciência política intitulada “A Relação entre Religião e Política no Islã”, seja o motivo de se empenhar em defender a “jihad palestina”, já que as ações criminosas de países muçulmanos não são do seu interesse, e sempre é bom lembrar que a diplomata hipócrita não anda preocupada com a ocupação de 37% do território cipriota pela Turquia, que mantém 40 mil soldados no norte do Chipre, invadido em 1974[3]. Por acaso, Frederica se manifestou na imprensa quando o “sultão Erdogan” avisou que “a Turquia nunca sairá do Chipre”[4]? As pautas comunistas sempre privilegiam os “amantes da paz islâmica obtida pela espada”.

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Trump reconhece Jerusalém como capital de Israel

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reconheceu nesta quarta-feira (6) Jerusalém como capital de Israel.

O presidente dos EUA afirmou que Israel tem o direito de determinar sua própria capital e a decisão é um passo esperado há muito tempo para avançar o processo de paz entre o Estado judeu e a Palestina.
"Meu anúncio marca o começo de uma nova abordagem no conflito entre Israel e palestinos", declarou Trump em pronunciamento na Casa Branca.
"Com o anúncio reafirmo o comprometimento da minha administração com um futuro de paz", acrescentou o líder norte-americano.

Conheça a posição de Israel, palestinos e comunidade internacional sobre Jerusalém

Com o reconhecimento de Jerusalém como a capital de Israel e com a transferência da embaixada americana - hoje localizada em Tel Aviv -, o presidente Donald Trump poderá romper com o posicionamento da comunidade internacional e com décadas de política americana.

Desde a criação do Estado de Israel, o status de Jerusalém tem sido colocado em debate pelos diferentes atores envolvidos.

Confira um resumo da situação:

Histórico
O plano da ONU em 1947 previa a partição da então Palestina em três entidades: um Estado judeu, um Estado árabe e Jerusalém, formando um "corpus separatum" sob regime internacional especial administrado pelas Nações Unidas.

O plano foi aceito pelos dirigentes sionistas, mas rejeitado pelos líderes árabes.

Na esteira da saída dos britânicos da região e da primeira guerra árabe-israelense, o Estado de Israel é criado em 1948, e tem Jerusalém Oriental instituída como capital, com Jerusalém Leste ainda sob controle da Jordânia.

Israel toma conta de Jerusalém Oriental ao longo da guerra dos Seis Dias, em 1967, anexando o território. Em 1980, uma lei fundamental israelense confirma o status de Jerusalém como capital "eterna e indivisível" de Israel.

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

57 Nações Islâmicas convocam cupula de emergência prevendo o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel por Donald Trump

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Jerusalém torna-se cada vez mais uma "pedra pesada". Já assim foi profetizado há 2.500 anos.

O polêmico anúncio de que Trump irá nesta próxima quarta-feira confirmar o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel está a gerar enormes ondas de contestação e até de ameaças de uma nova Intifada.

A "Organização da Cooperação Islâmica" acabou de convocar as 57 nações muçulmanas que fazem parte da organização para uma cúpula, caso o presidente norte-americano acabe por anunciar o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel.

Nesta próxima quarta-feira o presidente norte-americano tem diante de si este dilema, e, apesar de o ter anunciado na sua campanha eleitoral, a oposição interna e externa a tal decisão cresce de minuto a minuto, prevendo-se um aumento da violência em Israel caso o reconhecimento se confirme.

Os 57 países membros da organização muçulmana irão esta noite reunir-se de emergência em Jeddah, na Arábia Saudita: "Se os Estados Unidos derem o passo de reconhecerem Jerusalém como a assim chamada capital de Israel, recomendamos unanimemente a convocação de uma reunião ao nível de conselho de ministros dos Negócios Estrangeiros, seguida de uma cimeira islâmica o mais rapidamente possível."


domingo, 3 de dezembro de 2017

Trump fará pronunciamento histórico sobre Jerusalém; palestinos prometem retaliação

Hamas anuncia nova 'intifada' caso EUA reconheça Jerusalém como capital de Israel

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Imagem: cdn.cnn.com
Durante sua campanha presidencial, Donald Trump prometeu que iria mudar a embaixada dos Estados Unidos de Tel Aviv para Jerusalém, o que equivaleria a reconhecê-la como capital “indivisível” de Israel. Seria uma mudança drástica nas relações, pois desde a década de 1980, por determinação da Organização das Nações Unidas (ONU), todos os países que tem relações com o Estado judeu levaram suas embaixadas para Tel Aviv, incluindo o Brasil.

Não se trata de uma simples mudança geográfica. Trump estaria contrariando todo o discurso da Autoridade Palestina, que quer Jerusalém Oriental como sua capital numa eventual independência. Atualmente a sede do governo palestino fica em Nablus.

No dia 29 de novembro completaram 70 anos desde que a ONU reconheceu o direito de Israel voltar a existir como um Estado independente, após quase dois mil anos. Entre as comemorações, o vice-presidente Mike Pense afirmou que nos próximos dias, a mudança da embaixada seria anunciada.

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Trump estuda 'quando e como' transferir embaixada em Israel para Jerusalém

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O vice-presidente dos EUA, Mike Pence, fala durante evento pelo 70º aniversário da resolução da ONU que levou à criação do Estado de Israel, no Queens Museum, em Nova York, na terça-feira (28) (Foto: Timothy A. Clary/AFP)
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está estudando "quando e como" transferir a embaixada do país em Israel para Jerusalém, afirmou nesta terça-feira (28) o vice-presidente americano, Mike Pence. 

"O presidente Trump está considerando ativamente quando e como movimentar a embaixada americana de Tel Aviv para Jerusalém", afirmou Pence durante um evento para comemorar o 70º aniversário da resolução da ONU que levou à criação do Estado de Israel.

A mudança da embaixada é uma promessa eleitoral de Trump, que, no entanto, prorrogou em junho, por mais seis meses, a lei que estabelece que Tel Aviv seja sede da legação diplomática.

domingo, 26 de novembro de 2017

General iraniano: 'Qualquer nova guerra terminará com aniquilação de Israel'

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O comandante do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica, major-general Mohamed Ali Jafari, declarou durante uma coletiva de imprensa em Teerã na quinta-feira (23) que qualquer nova guerra na região vai provocar a aniquilação de Israel.

"Hoje dizemos que é uma afirmação comprovada que qualquer nova guerra vai levar à erradicação do regime sionista. Eles viram uma parte do poder da frente de resistência durante as guerras dos 33 dias e dos 22 dias e hoje em dia, desde que a grande frente de resistência foi formada, esta afirmação foi comprovada", afirmou o major-general iraniano, informa o RT.

"O destino da frente de resistência está entrelaçado e todos estão unidos, e se Israel atacar uma parte, os outros componentes da frente ajudarão à parte atacada", acrescentou ele.

Igreja da Suécia deixará de se referir a Deus como ‘Ele’ ou ‘Senhor’

Segundo líderes da igreja Evangélica Luterana nacional, seguida por mais da metade da população, 'Deus está além de nossas determinações de gênero'. Medida será adotada a partir do feriado de Pentescostes, em maio de 2018.
 
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Imagem: http://verenoflood.nu
 
A Igreja da Suécia não irá mais usar os termos “Ele” ou “Senhor” para se referir a Deus. A decisão de não usar palavras relacionadas a um gênero específico foi justificada porque Deus “não é humano”, segundo as autoridades da igreja.

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Controle total: Todos os ônibus e metrô terão biometria facial até março de 2018 no DF

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Daniel Ferreira/Metrópoles
A biometria facial começa a ser implementada neste mês no sistema de transporte público coletivo do DF. A previsão é que 700 ônibus adotem a tecnologia mensalmente, até fevereiro de 2018, quando estará instalada em toda a frota, de 2,7 mil veículos. Até março, será instalada nas catracas do metrô.

O sistema funciona com câmeras instaladas acima dos validadores, que captam as imagens do passageiro e as enviam ao banco de dados para a comparação com as fotos do cadastro, por meio de software. A tecnologia permite que apenas os titulares das gratuidades usem o benefício.