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terça-feira, 25 de novembro de 2014

Líderes muçulmanos pretendem expandir o islamismo no Brasil e em toda América Latina

Uma cúpula de líderes muçulmanos da América Latina foi realizada na Turquia, com a finalidade de trocar conhecimentos e experiências para difundir as mensagens de “sabedoria do Islã para a humanidade”.

O tema do encontro foi: “Construindo nossas tradições e nosso futuro”, promovido pelo Departamento de Assuntos Religiosos da Turquia, chamada Diyantet, sob a direção de Mehmet Görmez.

Estiveram presentes 76 líderes muçulmanos de 40 países, entre os participantes estiveram emissários do Brasil, Venezuela, Argentina, Chile, México, Suriname, Uruguai, Paraguai, Nicarágua, Panamá, Colômbia, Bolívia, República Dominicana, Guiana, Peru, Colômbia , Cuba, Equador, Jamaica e Haiti.

América Latina parece ser o “alvo” do expansionismo islâmico nos próximos anos. “Nós nos encontramos para discutir questões de interesse para os muçulmanos na América Latina, seus serviços religiosos e oportunidades de cooperação”, disse Dr. Görmez.

O presidente turco, Tayyip Erdogan, fez um comunicado no sábado dizendo que “a América não foi descoberta por Cristóvão Colombo em 1492, mas pelos navegadores muçulmanos três séculos antes”. Além de querer mudar o passado, o presidente também parece querer mudar o futuro do continente, oferecendo-se para patrocinar a construção de mesquitas.

Projetos que propõem conceitos de família opostos tramitam no congresso

O Estatuto da Família define família como o núcleo formado a partir da união entre homem e mulher por meio de casamento.

Dois projetos de lei que tratam da definição do conceito de família prometem esquentar a discussão no Congresso Nacional. Pelos nomes que receberam – Estatuto da Família e Estatuto das Famílias – as propostas parecem ser iguais, mas na prática são completamente diferentes. A primeira tem uma visão conservadora enquanto a segunda é mais progressista. 

A que tramita na Câmara (PL 6.583/13) é o Estatuto da Família, relatada pelo deputado Ronaldo Fonseca (PROS-DF), e define família como o núcleo formado a partir da união entre homem e mulher, por meio de casamento, união estável ou comunidade formada pelos pais e seus descendentes. A definição é a mesma que está no Artigo 226 da Constituição Federal. Já o Estatuto das Famílias, Projeto de Lei Suplementar (PLS) 470/13, tramita no Senado e reconhece a relação homoafetiva como entidade familiar ao rever o instituto da união estável e ampliar o conceito de casamento.

No relatório do projeto do Estatuto da Família, que será entregue na próxima segunda-feira à comissão especial que analisa a proposta na Câmara, Fonseca acirra a polêmica. 

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

REFLEXÃO: Aleluia! A noiva está sendo preparada

Imagem: Adoradoresdoreidosreis.wordpress
Se agrupados, os motivos de preocupação e angústia com a Igreja nos dias atuais produziriam uma lista mais extensa que as 95 teses expostas por Lutero em 1517.

O constrangedor mercantilismo da fé; a frenética busca por pomposos títulos ministeriais; a manipulação da política eclesiástica para satisfações pessoais; o desinteresse pela missão e a intencional distorção dos textos bíblicos são apenas alguns -- entre muitos -- motivos de agonia ao olhar para a Igreja de hoje. 
 
É momento de quebrar o coração e buscar o Senhor para um sério compromisso de vida, renovo de alma e fidelidade no trato com as Escrituras.
 
Grandes motivos de celebração!
Há, porém, grandes motivos para celebração! Espantosamente, a Igreja tem crescido nos lugares mais improváveis -- como Índia, Etiópia, Filipinas, China e Nigéria1 -- e em todo canto há uma busca cada vez mais intensa pela Palavra de Deus. Milhares de anônimos levam diariamente a mensagem de Cristo para as ruas, escritórios, universidades, cidades e campos em todo o mundo. A Bíblia está traduzida, parcial ou totalmente, em mais de 2.500 línguas. 2 O evangelho no Brasil tem sido anunciado, de forma crescente, entre os que pouco ouviram -- como indígenas, ribeirinhos, quilombolas, ciganos, sertanejos, imigrantes e surdos --, além de invadir as grandes e médias cidades. Em todo o mundo, mais de 120 milhões de cristãos vivem e perseveram em regiões hostis à sua fé. 3 O impressionante milagre da conversão se dá em incontáveis vidas todos os dias. Em 1900 havia 100 milhões de protestantes no mundo e a projeção para 2050 é de quase 700 milhões. Louvado seja o Cordeiro, que tem preparado a sua noiva para o grande dia!

Governo israelense aprova projeto de lei que reforça caráter 'judeu' do Estado

Benjamin Netanyahu - Imagem: Veja.Abril
O governo israelense votou neste domingo (23) a favor de uma polêmica proposta para estabelecer legalmente o status de Israel como o "Estado nacional do povo judeu", em detrimento de seu caráter democrático, segundo seus opositores.
 
Após uma agitada reunião, o gabinete aprovou por 14 votos a favor e seis contra a proposta - que será submetida ao Parlamento - e que modifica a definição de Israel de Estado "judeu e democrático" por "Estado nacional do povo judeu".

A ministra da Justiça, Tzipi Livni, e o das Finanças, Yair Lapid - ambos de partidos centristas -, se pronunciaram contra. Segundo Denis Charbit, professor de Ciência Política da Universidade Aberta de Israel, o texto deverá ser alterado pelo Parlamento.

O Domo da Rocha e os Judeus

Domo da Rocha
Talvez nunca tenha ouvido a verdadeira história da origem do Domo da Rocha.Se eu lhe disser que originalmente ele foi construído a pedido dos judeus e para que os judeus orassem no Monte, talvez não acredite. Mas essa é a verdade histórica!
 
Claro que temos andado a ser bombardeados pelo revisionismo histórico manipulado pelos islamitas, querendo fazer crer que o Domo - convertido em mesquita - é um espaço construído para as rezas muçulmanas. Mas tal não foi assim originalmente. Eis um pouco de História...

A HISTÓRIA DA ORIGEM DO DOMO DA ROCHA
Até há cerca de uns 300 anos atrás quem entrava para orar naquele espaço eram...também os judeus. Sim, os judeus! 
 
De acordo com a obra clássica "The Temple Mount" (O Monte do Templo) escrita por Shlomo Goren, um perito nas questões do Monte do Templo e rabino mor de Israel há alguns anos atrás, a verdade é bem diferente daquela que nos querem fazer crer:
 
"A mesquita al-Aqsa foi construída (no extremo sul da esplanada) como uma casa de oração islâmica fora dos limites do Monte do Templo original e por isso está virada para Meca. E, acedendo ao pedido dos judeus, Omar construiu o santuário do Domo da Rocha para servir como casa de oração para os judeus. Isso aconteceu depois de os judeus lhe terem mostrado o lugar onde assentava o Templo sagrado - e não estava voltado para Meca."
 
Há assim uma diferença entre os dois edifícios: um está voltado para a cidade sagrada dos muçulmanos, Meca. O outro, nada tendo a ver com Meca, mas sim com as indicações e o pedido feito pelos judeus ao sultão Omar.
 
THEOPHANES
Uma das fontes históricas para esta afirmação de Shlomo Goren foi o historiador bizantino Theophanes que no ano 635 escreveu uma obra em grego entitulada "Chronographia", cuja tradução em inglês foi editada em 1839 na cidade alemã de Bona. 
 
O famoso historiador inglês Guy Le Strange citou a relevante passagem daquela tradução na sua obra publicada em 1890: "História de Jerusalém sob os muçulmanos", página 11:
 
"Neste ano (635 d.C.), Omar começou a restaurar o Templo de Jerusalém, pois que o edifício, na verdade, não estava mais firmemente fundamentado, mas tinha caído em ruínas. Agora, quando Omar inquiriu sobre a causa, os judeus responderam-lhe dizendo: 'A menos que derrubeis a cruz erguida no Monte das Oliveiras, o edifício do Templo nunca será firmemente fundamentado.'
 
Foi a partir daí que Omar derrubou a cruz naquele lugar de forma a que o edifício (do Templo) pudesse ficar firme naquele lugar..."
 
Le Strange enfatiza a fiabilidade desta espantosa descrição ao assinalar que o historiador Theophanes precedeu as mais antigas autoridades árabes neste assunto em mais de 50 anos. Mais ainda: ele enfatiza que Theophanes viveu "consideravelmente no espaço de uns 150 anos após a conquista de Jerusalém pelo sultão Omar."
 
Uma antiga tradição islâmica do rabino convertido ao islamismo Ka'ab al-Ahbar afirma o seguinte: "Ayrusalaim, que significa Jerusalém, e a Rocha, que significa o Templo. Irei enviar-vos o meu servo Abd al-Malik que te irá construir e embelezar. Irei certamente restaurar-te à Bayt Al Maqdis (casa santa), seu primeiro reino, e coroá-lo-ei com ouro, prata e pedras preciosas. E irei certamente enviar-te as minhas criaturas. E irei certamente investir o meu trono de glória sobre a rocha, visto eu ser o soberano Deus e David é o rei dos filhos de Israel."

CONSTRUÍDO PARA JUDEUS
Conclui-se assim que, baseando-nos nos mais antigos relatos acerca da construção do domo, que este foi construído originalmente não para os muçulmanos, mas para os judeus, e que era supostamente para ser uma versão do Templo "mais firmemente fundamentada."

Ridiculamente - para não usar outra expressão - os muçulmanos tentam fazer crer que aquele edifício foi propositadamente construído para eles, querendo dessa forma alegar que aquele espaço lhes pertence em exclusivo e pretendendo proibir os judeus de até subirem àquele lugar!
 
O Domo da Rocha em 1546
Claro que o espaço é agora um santuário islâmico cuja cúpula cobre a famosa pedra onde segundo a tradição Abraão ia sacrificar o seu filho Isaque. Segundo a tradição judaica, foi também a partir desta pedra que Deus criou o mundo.

Toda a arquitetura é lindíssima, uma obra de grande beleza e valor. Lamentavelmente, os escritos no interior e exterior da mesquita são uma verdadeira provocação ao cristianismo, uma vez que negam a divina Triunidade e o fato de Jesus ser o Filho de Deus. Crê-se que estas frases foram escritas não para combater o judaísmo - que também não aceita a Triunidade nem a divindade de Jesus - mas o cristianismo.
 
Quando era possível aos não muçulmanos entrar no domo, eu nunca o fiz, uma vez que compreendi há muitos anos que ao entrar e tirar os sapatos naquele lugar estaria a submeter-me a Alá e às suas blasfêmias contra Jesus, pelo que jamais aceitaria fazê-lo...
 
Voltar ao status quo daquele lugar deveria representar a possibilidade da volta dos judeus às suas orações naquele espaço, deixando aos muçulmanos a mesquita al-Aqsa, essa sim construída para eles, e por tal voltada na direcção da cidade que lhes é mais sagrada: Meca. 
 
Extraído de Shalon-Israel-Shalon
DeOlhOnafigueira 
 
Veja também:

sábado, 22 de novembro de 2014

Fim dos tempos: OMS alerta para risco de alastramento de peste negra em Madagascar

OMS confirmou 116 casos de infecção e pelo menos 40 mortes. Órgão teme que enfermidade se espalhe rapidamente no país. Transmitida por ratos, doença dizimou quase um terço dos europeus durante Idade Média.


Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), um surto de peste de bubônica em Madagascar já causou desde agosto, ao todo, 119 casos de infecção, tendo sido pelo menos 40 deles letais. A entidade teme que a doença, que custou a vida de quase um terço da população europeia na Idade Média, se espalhe rapidamente pelo país africano.

"A situação é ainda mais complicada devido ao alto grau de resistência à deltametrina – inseticida usado no controle das pulgas – que está sendo observado na região", afirmou a OMS nesta sexta-feira (21/11).

Dois casos e uma morte foram registrados em Antananarivo, capital do país. As infecções na cidade podem ser espalhar rapidamente, devido à "elevada densidade populacional e a fraqueza do sistema de saúde", alertou a OMS.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Nova Ordem Mundial? O poder global saindo do ocidente

O poder global sai do ocidente, para os países BRICS. 21095.jpeg
Putin falou da necessidade de uma "nova ordem mundial", com o objetivo de estabilizar o planeta. Para ele, os EUA já abusaram demais, no papel de líder global. 

O que pouco se noticia, contudo, é que os pilares que sustentavam aquela velha ordem vêm ruindo há anos.

Futura Nova Ordem Mundial? Não. Ela já está aqui
Bryan MacDonald, Russia Today - http://goo.gl/U6WBKB  

Antes, era tudo tão simples! O mundo estava dividido em dois campos: o ocidente e o resto. E o Oeste, o ocidente, era de fato o melhor. Há 20 anos, seis das maiores economias do planeta estavam integradas ao mundo pró-Washington.

O líder, os próprios EUA, estavam tão à frente, que o PIB, ali, era mais de quatro vezes maior que o da China e nove vezes maior que o da Rússia.

O país mais populoso do mundo, a Índia, tinha quase a mesma renda bruta que os comparativamente minúsculos Itália e Reino Unido. Qualquer noção de que a ordem mundial mudaria tão dramaticamente em apenas duas décadas soava como piada.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

AR2209: Mancha solar monstruosa cresce e se volta para a Terra

A gigantesca mancha solar AR2209 cresceu ainda mais nos últimos dias e já ocupa 1100 milionésimos da superfície solar. Posicionada no centro da estrela, a feição se tornou geoefetiva, com capacidade de ejetar poderosas quantidades de massa coronal em direção à Terra. 

Mancha Solar AR2209 em H-alpha
Clique na imagem para ampliar
 
De acordo com o Centro de Previsão de Clima espacial dos EUA, SWPC, existe 40% de chances de emissão de flares de média e alta intensidade dentro das próximas 72 horas, com 40% de probabilidades de ocorreram tempestades geomagnéticas de forte intensidade nas latitudes mais elevadas do planeta. 

AR2209 vem crescendo desde que surgiu no limbo do Sol há cerca de uma semana e desde então vem mantendo características magnéticas altamente complexas do tipo Beta-Gamma-Delta, capazes de provocar intensos flares de raios-x que podem atingir a classe-X, extremamente poderosas. 

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Homens com facas e machados matam fiéis em sinagoga de Israel

Quatro pessoas foram mortas; agressores foram mortos pela polícia.
Grupo palestino Hamas comemorou o ataque.
 
Marcas de sangue de corpos arrastados são vistas no chão da sinagoga palco do ataque a machados e facas em um bairro ultra-ortodoxo de Jerusalém. Ao fundo, corpos cobertos (Foto: Reuters/Zaka)
Marcas de sangue de corpos arrastados são vistas
no chão da sinagoga palco do ataque (Foto: Reuters)
Pelo menos quatro israelenses morreram depois que dois homens supostamente de origem palestina invadiram uma sinagoga no bairro ultraortodoxo judaico de Har Nof, em Jerusalém Ocidental, com facas e machados, nesta terça-feira (18).

Ao atacarem as vítimas, os dois suspeitos foram baleados por policiais e morreram.

"Dois terroristas entraram na sinagoga do bairro de Har Nof. Atacaram com machados, facas e uma pistola. Quatro fiéis morreram. Os policiais que chegaram ao local abriram fogo e mataram os dois terroristas", disse a porta-voz da polícia, Luba Samri. Segundo ela, criminosos eram palestinos de Jerusalém Oriental.

O serviço de emergência de Israel disse que pelo menos oito pessoas foram gravemente feridas.

As quatro vítimas eram homens israelenses com dupla cidadania - um deles tinha nacionalidade britânica, o que foi confirmado pelo governo do Reino Unido, e os demais tinham nacionalidade americana, informou a France Presse com base na polícia local.

Segundo a agência Reuters, é o mais mortal ataque na cidade em seis anos.

Na semana passada, palestinos também fizeram um ataque com facas e mataram uma mulher e um soldado israelense.

A Frente Popular para a Libertação Palestina (FPLP) disse ter realizado o ataque.

Reconhecimento da Palestina não beneficia processo de paz, segundo Israel

Yosef Kuperwasser - Imagem: www.worldjewishcongress.org
As iniciativas de reconhecimento do Estado palestino que não exijam como condição a negociação com Israel não favorecem o processo de paz no Oriente Médio, advertiu nesta segunda-feira um funcionário do alto escalão do governo israelense.

Yosef Kuperwasser, diretor-geral do Ministério de Assuntos Estratégicos de Israel, opinou que nestes momentos, à revelia de um acordo palestino-israelense, o reconhecimento da Palestina como estado não incitaria os palestinos a negociar um acerto final com Israel.

"A principal razão pela qual fracassaram as tentativas anteriores foi a recusa palestina a reconhecer Israel como o estado do povo judeu", declarou Kuperwasser em uma conversa com um grupo de jornalistas espanhóis.

E os palestinos preferem seguir uma via unilateral rumo à criação de seu estado, porque isso não os obriga a pagar o preço de ter de reconhecer Israel, argumentou.