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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Rússia e China se dizem contrárias a intervenção na Coreia do Norte

Os governos da Rússia e da China disseram nesta sexta-feira que são contrários a uma intervenção militar na Coreia do Norte. A hipótese foi levantada após as recentes violações de sanções da ONU (Organização das Nações Unidas), a última um teste nuclear.

Estados Unidos, Japão e Coreia do Sul são favoráveis a mais represálias contra as atitudes norte-coreanas, consideradas hostis. No entanto, não mencionaram até o momento a possibilidade de uma ocupação militar do país comunista.

Em encontro em Moscou, os chanceleres russo, Sergei Lavrov, e chinês, Yang Hiechi, condenaram o teste nuclear na semana passada. Porém, disseram que qualquer ação militar contra os norte-coreanos precisa ser aprovada pelo Conselho de Segurança da ONU, onde os dois países têm poder de veto.

"O Conselho de Segurança deve dar uma resposta adequada, mas a ação deve ser direcionada para a paz na península coreana", disse Lavrov.

O ministro russo ainda afirmou que os países concordam que "extremamente importante não permitir que a situação possa ser usada como pretexto para a intervenção militar."

No último dia 12, a Coreia do Norte fez um teste com uma bomba nuclear, o terceiro desde 2006. A ação provocou alertas de Estados Unidos e outros países sobre a ampliação das sanções. As restrições já haviam sido aumentadas em janeiro, devido ao lançamento de um foguete em dezembro.

O regime norte-coreano está sujeito a sanções da ONU se fizer qualquer teste com tecnologia de mísseis, como o lançamento do foguete, ou exercícios nucleares há sete anos, desde o primeiro teste nuclear. No entanto, Pyongyang segue fazendo as atividades, consideradas de autodefesa pelo país comunista. 
 
Folha de São Paulo
DeOlhOnafigueira

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