quinta-feira, 24 de outubro de 2013

O porquê do mito da Teoria da Evolução

Neste artigo mais do que rebater cientificamente a teoria da evolução (T.E.), procuro acima de tudo tentar dar uma explicação do porquê da T.E. ser tão divulgada e aceite por uma grande parte da humanidade, dessa forma espero que o leitor que ainda não está convencido do quê e de em quem acreditar, se questione a ele mesmo sobre estas questões.

Não querendo explicar detalhadamente a teoria da evolução e o atual neodarwinismo, que todos somos obrigados a engolir nas escolas, apenas abordarei  algumas deficiências importantes para a exposição no âmbito deste artigo.

A teoria da evolução sustenta que todo o ser vivo foi criado por um processo casual, por uma serie de erros ou acidentes nas transferências dos códigos genéticos de uma geração para a seguinte. Esta ideia é completamente absurda no campo das probabilidades, sendo mais imaginária que qualquer crença dos povos antigos sobre a origem da vida e do homem.

Em termos matemáticos modernos os defensores da teoria da evolução admitem que a probabilidade de a molécula inicial se ter formado por acaso é praticamente zero.

E desta ínfima probabilidade matemática até a formação do homem se estende, por certo, uma colossal cadeia de probabilidades.

Sendo assim e valendo-me da mais exata das ciências, a matemática, eu pergunto:

Mesmo que todos os outros fatos que validam e sustentam essa teoria fossem comprovados, o que não aconteceu, seria alguém capaz de negar as conclusões da matemática?


Além disso, é evidente que a T.E. não dá sequer nenhuma resposta à questão básica de quem criou o primeiro átomo? Hoje sabemos que mesmo o átomo mais simples é tão complexo que o homem não está em condições de compreender os seus segredos.

Segundo Wigner, um dos mais distintos físicos do nosso tempo, devido a esta singularidade, um “detalhe” no universo, ele deu a seguinte definição à vida: “Um estado de probabilidade zero”

O biólogo francês e prémio Nobel Jaques Monod, baseando suas ideias nos elementos quimicos-biologicos da T.E. admitiu que existe um problema insolúvel:

Se tudo é produto do acaso, porque tudo sucede da mesma forma e de acordo com o mesmo plano? “Nossos ácidos nucleicos se formam somente uma vez. Porque não duas ou três vezes? Porque é suficiente um único código genético para todo o mundo? Estas são perguntas muito difíceis para as quais não temos respostas.”

A própria T.E. se contradiz. É uma tentativa de explicar porque parece haver um método no desenvolvimento da vida. No entanto este método aparente deve ser obra das leis da natureza que, por sua vez, não podem ser consideradas metódicas, mas sim casuais. Mesmo quando não se pode afirmar que estas leis tenham algum propósito, o mecanismo por meio do qual operam -selecção e adaptação natural- está definitivamente dirigido segundo um certo objectivo.

Mas então porque a T.E. é amplamente aceite?

Muitos nem querem ouvir as falhas do modelo evolutivo.

Apesar das numerosas falhas, improbabilidade matemática e até contradição com ela mesma, a T.E. é aceite por grande parte dos cientistas e população em geral, quase sem se questionarem, aceitam a mesma como a um fato comprovado, mas porquê?

Uma das razões é que muita gente está predisposta a ela.

Através da explicação do surgimento da vida como uma coincidência feliz da natureza, as pessoas se consideram autorizadas a negar a existência do Criador e acreditar que a nossa vida neste mundo não tem uma finalidade predeterminada.

A T.E. também serve como uma luva aos movimentos políticos extremistas e a teóricos sociais, isto para não falar como é ouro sobre azul para as elites satânicas venderem “o pecado” como a coisa mais normal do mundo, acreditar na T.E. é praticamente aceitar que tudo podemos e nem temos que ter problemas de consciência, é a politica do egoísmo sem limites.

A razão mais importante para a ampla aceitação da teoria da evolução entre os seculares é o fato de a mesma ser leccionada nas escolas como um fato cientificamente comprovado…

Ela é descrita através de impressionantes termos em latim e reconstruções gráficas. Sua natureza é completamente hipotética no entanto suas inconsistências, questões sem resposta e as criticas dos cientistas que não a aceitam, são completamente ignoradas na mídia em geral.

O público e mesmo os cientistas, que hoje em dia são especializados apenas numa área, sabem pouco ou nada das outras áreas e aceitam o que não sabem sem contestação, ninguém vê o quadro geral porque também não o procura. Confunde-se a ciência aplicada com ciência teórica.

Chega a ser ridículo ver grandes nomes da ciência aceitarem mais facilmente a T.E., apesar de todo o imaginário que a rodeia, que sequer supor a existência de uma consciência Criadora.

Aceitar a criação é aceitar que a vida possui um sentido e sendo assim, então existem consequências para as acções do homem e ele deve ser responsável por os seus atos, esta é a concepção da fé em Deus em oposição à visão de um mundo sem sentido e portanto, niilista.
A inclinação do homem a esquivar-se de responsabilidades e de sua dependência de Deus condicionam a sua mente, seus desejos lhe ensinam que: “O mundo não é de ninguém, pegue o que quiser e desfrute o mais possível”
A psicologia criou o termo; “racionalização”, para o processo pelo qual uma pessoa idealiza explicações racionais das suas acções, quando não está em condições de admitir seus motivos reais, ou quando está renitente em relação a eles.
A racionalização serve a dois propósitos: 
  • Ela alivia nossa decepção quando não conseguir um objetivos. Ex.: "Eu não queria mesmo".
  • Ele nos fornece motivos aceitáveis para nosso comportamento.
A base psicológica do suposto conflito entre ciência e religião é o seguinte: o desejo subconsciente do homem de evitar responsabilidades por suas acções e negar um objectivo à vida. Através de um processo de “racionalização” ele procura obter explicações que contradigam Deus!

Conforme referi no inicio, este artigo procura mais levar o cético a pensar do que rebater a T.E. cientificamente, mas talvez seja até mais vantajoso pensar em tudo o aqui exposto do que debater ciência, pois por cada argumento de um ou de outro lado haverá sempre como rebater, seja com a verdade ou com a mentira.

Despeço-me com uma citação de Aldous Huxley, famoso cientista e filósofo defensor da T.E. No seu ensaio “ Confissões de um ateísta profissional”, afirma: “Eu tinha motivos para não aceitar que o mundo tem uma certa finalidade e, como consequência supus que realmente não tinha, sendo que facilmente encontrei explicações satisfatórias para tal suposição…Para mim, como sem dúvida para muitos de minha geração, a filosofia da falta de finalidade era um instrumento de libertação…de um certo sistema moral. Nos opomos à moralidade porque ela interfere em nossa libertinagem”.

Extraído de Nunes3373.com
DeOlhOnafigueira

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