Até agora, além de casos isolados, as autoridades israelenses se
abstiveram de comentar sobre ataques cibernéticos contra alvos
israelenses. Netanyahu acrescentou que a sede da Segurança National
Cyber "está ativa no bloqueio desses esforços, desenvolvendo o que eu
poderia chamar de um Domo de Ferro digital, para proteger Israel de
terror cibernético."
O Wall Street Journal informou no sábado que apoiados pelo governo do
Irã, os hackers são responsáveis por ataques cibernéticos contra
alvos norte-americanos nos últimos meses, que prejudicaram os bancos
americanos e empresas de energia no Golfo Pérsico. O relatório afirma
que os ataques cibernéticos deixaram "assinaturas" que apontam para
Teerã. Parece que a equipe inclui apenas uma centena de especialistas
iranianos.
O Ministro de Defesa dos EUA, o Secretário Geral Leon Panetta
comentou na sexta-feira sobre a ameaça cibernética, dizendo que de fato
aumentou, mas que o Pentágono estava pronto para enfrentar o desafio.
Falando com empresários em Nova York, Panneta declarou que a recente
mudança foi provavelmente o "ataque mais destrutivo que o setor privado
sofreu até agora".
Panneta disse que o Irã tem "empreendido um esforço concentrado para
utilizar o ciberespaço como vantagem." Ele acrescentou que o Pentágono
tem investiu bilhões de dólares para aumentar sua capacidade de
identificar a origem dos ataques, bloqueá-los e reagir quando
necessário. Ele ainda insistiu que os atacantes serão identificados e
pagarão pela responsabilidade por suas ações contra os EUA e seus
interesses.
O Irã negou as acusações feitas no domingo por autoridades americanas
de que Teerã estava por trás destes ataques contra empresas de petróleo
e gás na Arábia Saudita e no Qatar.
Fonte:cafetorah.com
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