Se o projeto do governo israelense for levado adiante, além do isolamento dos palestinos na região de Jerusalém, também considerada sagrada para os muçulmanos, a Cisjordânia será dividida em duas partes, comprometendo a viabilidade de um futuro Estado palestino. O projeto israelense é condenado por vários países, inclusive o Brasil.
Ontem (11), Abbas se reuniu com o presidente da Turquia, Abdullah Gul, e anunciou a disposição de recorrer a Haia. No encontro, o presidente turco “denunciou vigorosamente” o projeto de construção israelense e apelou para Israel “não brincar com fogo”.
De Ancara, na Turquia, Abbas segue para Lisboa, em Portugal, para uma visita de dois dias. Em Portugal, ele tem reuniões com o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, o presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, o ministro das Relações Exteriores, Paulo Portas, e com a presidenta da Assembleia da República, Assunção Esteves.
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