terça-feira, 20 de agosto de 2013

Alemanha cria opção "gênero indefinido" para recém-nascidos

Pais de filhos que nascerem sem características definidoras de gênero poderão registrá-los como “indefinidos”.

Pés de um bebêA partir de novembro, a Alemanha vai se tornar o primeiro país europeu a dar aos pais a opção de não registrar seus filhos nem como gênero feminino nem masculino. Para pais de crianças hermafroditas haverá a opção “gênero indefinido”.

A nova lei foi aprovada em maio, mas só entra em vigorem 1º de novembro. As crianças registradas com o terceiro gênero poderão escolher um dos sexos tradicionais quando forem mais velhas ou, se desejarem, também poderão permanecer como “indefinidas”, reporta o jornal britânico The Guardian.

A mudança na lei é vista como a primeira vez que o direito alemão admite que é possível para um ser humano não ser de nenhum dos gêneros tradicionalmente conhecidos – feminino e masculino. No país, transexuais, pessoas que nascem de um sexo, mas se reconhecem como de outro, já são reconhecidos por leis, mas hermafroditas, pessoas que têm tanto o órgão sexual feminino quanto o masculino, não têm os mesmos direitos. Isso muda com a nova lei.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Israel deve apoiar Exército egípcio, diz autoridade

Imagem: Abola.pt
Israel considera que deve apoiar o exército egípcio em seu confronto com a Irmandade Muçulmana, afirmou uma autoridade do governo citada pelo jornal Jerusalem Post. "Devemos apoiar o Exército egípcio para permitir que coloque o país em marcha", afirmou a fonte, que não foi identificada. 
 
A imprensa israelense destaca que o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, ordenou aos membros de seu governo e aos porta-vozes oficiais que não façam declarações públicas sobre os acontecimentos no Egito e não pronunciem críticas sobre a política americana para o país.

Segundo a fonte citada pelo Jerusalem Post, "não se deve retirar nada (dos militares), nem prejudicá-los ou ameaçá-los" , em referência ao cancelamento do governo dos Estados Unidos de manobras militares conjuntas com o Egito como forma de protesto contra a repressão do exército egípcio. Também existe a possibilidade de um eventual congelamento da ajuda americana anual de US$ 1,5 bilhão ao Egito, sendo US$ 1,3 bilhão apenas para o Exército.

O Jerusalem Post completa que as autoridades israelenses destacam em suas mensagens a Washington e aos principais países europeus que é preciso atuar para que o Egito não afunde. "A prioridade atualmente não é a democracia e sim a necessidade de que o Estado funcione. Uma vez que o Egito entre nos trilhos, poderemos falar de uma reativação do processo democrático", afirmou a fonte. "Se descartarmos este fator (o exército), o Egito tomará o caminho da Síria, Tunísia e Líbia. Se isto agrada ou não, ninguém pode incomodar o Egito agora", disse.
 
Terra
DeOlhOnafigueira

Nova lei proíbe conversões na Índia

Nova lei proíbe conversões na Índia
Segundo país mais populoso do mundo, com mais de um bilhão de habitantes, a Índia é majoritariamente hinduísta. Agora, uma nova lei anticonversão pode marcar definitivamente a história da nação milenar.
 
Desde 1968 há uma luta jurídica em relação ao Ato de Liberdade Religiosa de Madhya Pradesh, um dos Estados indianos mais populosos. 
 
A denúncia do Conselho Global de Cristãos da Índia anunciou que Shri Ram Naresh Yadav, governador do Estado, assinou a emenda que proíbe as pessoas de mudarem de religião sem autorização do governo. Ironicamente, a lei implica em seu nome a liberdade de culto.
 
A pressão dos extremistas hindus é para que ocorra o mesmo muçulmanos, onde desde o nascimento a religião vem impressa nos documentos do cidadão. O país chega a essa decisão antidemocrática em meio às comemorações do 67º aniversário da independência da Índia do domínio inglês.

domingo, 18 de agosto de 2013

52 igrejas queimadas e centenas de cristãos mortos no Egito

igrejas queimadas egitoO mundo olha horrorizado para o Egito esta semana. Os números oficiais falam de 525 mortos, incluindo 43 policiais, e 3.000 feridos em todo o país. A Irmandade Muçulmana aumentou o número de mortos para 4.500.
 
Após a destituição de Mohamed Morsi, o país se viu tomado pela disputa de vários grupos pelo poder. Manifestações em todo o país evoluíram para uma verdadeira batalha campal. Especialistas afirmam que o Egito está numa encruzilhada que pode mudar radicalmente o país caso os aliados da Irmandade Muçulmana vençam. Um dos motivos é por que eles já falam em uma guerra contra Israel.

Os conflitos desde quarta-feira são os mais sangrentos já registrados no país na era moderna. A violência utilizada pelas forças de segurança dos partidários da Irmandade Muçulmana, que controlava o governo deposto, desencadeou uma onda de raiva e vingança em todo o país. Tudo piorou com a renúncia do vice-presidente Mohamed ElBaradei. Ganhador do Nobel da Paz ele justificou que não poderia “assumir a responsabilidade por decisões com as quais não estou de acordo”.

sábado, 17 de agosto de 2013

Netanyahu justifica colonização na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, justificou nesta sexta-feira (16) o prosseguimento da colonização na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental dois dias depois da retomada das negociações com os palestinos, indicou seu gabinete em um comunicado.

Netanyahu reiterou, em um encontro com o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, que Israel espera anexar os bairros de colonização israelenses em Jerusalém Oriental (anexado), assim como os grandes blocos de colônias onde vive a maioria dos 360.000 israelenses instalados na Cisjordânia ocupada, no âmbito de um possível acordo de paz com os palestinos.

Em silêncio, Israel permanece preocupado com revolta no Egito

Israel reagiu em silêncio à violência no Egito, com o objetivo de evitar acabar com uma estratégica cooperação de segurança com um setor militar que o Estado judaico vê como fundamental para impedir ataques de militantes islâmicos no Sinai, disseram autoridades e analistas.

O primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, instruiu ministros a evitarem comentários públicos sobre o Egito, de acordo com uma autoridade que não quis se identificar.

"Israel e Estados Unidos veem a situação no Egito muito, muito diferentemente, e justificavelmente o primeiro-ministro não quer que ministros israelenses critiquem publicamente as políticas norte-americanas", afirmou Giora Eiland, um ex-assessor de segurança nacional, à emissora de televisão Channel 2. 
 

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

ONU patrocina “treinamento” que ensina crianças a odiar judeus e cristãos

Desde cedo crianças palestinas são ensinadas sobre a guerra santa

ONU patrocina “treinamento” que ensina crianças a odiar judeus e cristãos
As colônias de férias, ou acampamentos de verão, são uma boa opção para os pais que desejam ver seus filhos se divertindo nas férias escolares. Isso inclui brincadeiras ao ar-livre, na piscina, diferentes tipos de esportes e atividades lúdicas que podem incluir música e teatro. Mas quando em meio a isso tudo existem ensinamentos de ódio contra judeus e cristãos?

Essa é a proposta dos “acampamentos de verão” para crianças na região de Gaza e na Cisjordânia, ou como eles preferem chamar: Palestina. Patrocinadas por fundos das Nações
Unidas, os meninos e meninas que participam delas tem recebido um verdadeiro curso infantil de guerrilha. Embora não aprendam a empunhar armas, tudo gira em torno de ensinamentos sobre “tomar de volta a sua terra” por meio da violência, do martírio e da jihad (guerra santa).

Agência de Socorro e Obras Públicas das Nações Unidas para os Refugiados Palestinos no Oriente Próximo (UNRWA) é a mantenedora desses programas, segundo a denúncia feita pelo Centro Nahum Bedein de Política do Oriente Médio. Eles produziram um curta-metragem chamado “Acampamento Jihad”, que documenta algumas das atividades nesses locais.

Conheça os falsos Cristos mais famosos da história

Desde os primeiros séculos surgiram pessoas que declaravam ser (ou eram consideradas por seus seguidores) a encarnação ou a reencarnação de Jesus Cristo, ou ainda a Segunda Vinda de Cristo. 

Isso sem contar os milhares de casos de pessoas perturbadas mentalmente que fizeram esse tipo de declaração.

O portal Gospel Prime fez uma lista com os mais famosos “falsos messias” dos últimos séculos. Veja abaixo:
Século 19
John Nichols Thom (1799-1838), rebelde contra o governo, dizia ser o “salvador do mundo” e a reencarnação de Jesus Cristo em 1834. Foi morto por soldados britânicos na Batalha de Bossenden Wood, em 31 de maio de 1838 na cidade de Kent, Inglaterra.