Além de ter criado o homem à Sua imagem e semelhança, Deus compartilha
com Seus filhos os atributos do Seu nome, que estaria gravado em suas
células. É o que sustenta o escritor e pesquisador Gregg Braden ao ligar
os alfabetos bíblicos, hebraico e árabe à química moderna.
Aí, diz ele, encontra-se um código perdido, um alfabeto
traduzível que é a chave para os mistérios de nossa origem e vive
conosco desde sempre. A pesquisa de Braden revela que os elementos hidrogênio, nitrogênio, oxigênio e carbono, que formam o nosso DNA, podem ser substituídos por letras das antigas línguas. “Com
isso, o código da vida se transforma em uma mensagem eterna. Traduzida,
ela mostra que as letras do antigo nome de Deus estão codificadas como
informação genética em cada célula da vida”, sustenta o pesquisador em seu novo livro “O Código de Deus – O Segredo do Nosso Passado, a Promessa do Nosso Futuro” (editora Cultrix, 256 págs, R$ 34).
A chave para traduzir o código do DNA para uma linguagem significativa é aplicar a descoberta que converte os elementos em letras. “Com
base em seus valores equivalentes, o hidrogênio se transforma na letra
hebraica yod (y), o nitrogênio na letra hey (h), o oxigênio na letra vav
(v) e o carbono na letra gimel (g). Essas substituições revelam que a
antiga forma do nome de Deus, YH, existe como química do nosso código
genético. Por meio dessa ponte entre o nome de Deus e os elementos da
ciência moderna, é possível desvendar o mistério e descobrir um
significado ainda maior no antigo código que vive em cada célula do
nosso corpo”, sustenta Braden.

