quinta-feira, 7 de agosto de 2014

OMS convoca reunião de emergência sobre ebola



A Organização Mundial de Saúde se propõe a realizar uma reunião de emergência em Genebra, para decidir se a propagação da febre mortal ebola representa uma ameaça de natureza global.

Pretende-se criar um comitê formado por especialistas de diferentes países. Após ter analisado a situação, eles poderão tomar medidas referentes à possibilidade de deslocação da população dos países afetados pela febre.

A OMS estima que o atual surto de ebola é o maior na história desde a descoberta da doença. Segundo dados atualizados, o número de vítimas mortais de ebola na África já subiu para 887.

No presente momento, no mundo não existe um tratamento específico nem vacina contra esta doença mortífera.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Tempestade Solar à vista: A Terra deve-se preparar para um golpe "iminente"

Imagem: Nasa.org
O perigo de uma super tempestade solar sobre a Terra é "iminente", como têm alertado os cientistas, da Universidade de Bristol, Reino Unido.

O investigador Dale Ashley que trabalha na identificação dos riscos de uma tempestade solar, como parte do grupo internacional SolarMAX, diz que é "apenas uma questão de tempo para uma tempestade solar excepcionalmente violenta "atingir a Terra e" devastar "seus sistemas de comunicação e fornecimento de eletricidade."

Sem eletricidade, as pessoas têm dificuldade para reabastecer seus carros ou tirar dinheiro do banco. Além disso, os sistemas de água e esgotos seriam afetados também, o que criaria epidemias nas áreas urbanas, com o retorno de doenças que pensávamos que tínhamos deixado para trás à séculos ", garantiu Dale Ashley à revista "Physics World '.

Israel pronto para aceitar prorrogação de cessar-fogo em Gaza

Israel aceita prorrogar o cessar-fogo na Faixa de Gaza sem condições e sem limite de tempo, para além de sua expiração prevista para sexta-feira, declarou uma autoridade.
 
"Israel não vê nenhum problema em prorrogar o cessar-fogo sem pré-condições", declarou esta autoridade à AFP, que não quis se identificar. 
 
Questionada sobre a duração desta possível prorrogação, a fonte indiciou que poderia ser ilimitada.

Israel e o movimento palestino Hamas, que controla a Faixa de Gaza, aceitaram um cessar-fogo de 72 horas e que entrou em vigor na terça-feira às 8h00 (2h00 no horário de Brasília).

Durante este período, as delegações israelense e palestina tentam negociar no Cairo uma trégua mais duradoura.
 
AFP
DeOlhOnafigueira

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Israel anuncia retirada de tropas de Gaza para posições defensivas

Anúncio foi feito 15 minutos antes de cessar-fogo proposto pelo Egito.
Israel e facções palestinas aceitaram trégua de 3 dias.


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Israel anunciou no início da madrugada desta terça-feira (5) a retirada de suas tropas da cidade de Gaza para posições defensivas. O anúncio foi feito 15 minutos antes do cessar-fogo de 3 dias proposto pelo Egito e aceito por israelenses e as facções palestinas, incluindo o Hamas, entrar em vigor, informam as agências internacionais de notícias France Presse (AFP), Reuters e BBC, além da rede americana "CNN".

"As forças de defesa de Israel serão redistribuídas em posições defensivas fora da Faixa de Gaza. Vamos manter essas posições defensivas", disse o tenente-coronel e porta-voz do Exército Peter Lerner.

Um porta-voz militar disse que o principal objetivo da missão terrestre, destruir túneis de infiltração transfronteiriços, foi concluído. "Missão cumprida", disse o Exército no Twitter.

Israel e o Hamas aceitaram na segunda-feira (4) a proposta do Egito de trégua de pelo menos três dias.

O Egito também convidou Israel e os palestinos a comparecerem a negociações de alto escalão no Cairo, com o objetivo de obter um acordo de longo prazo para encerrar a guerra, que já deixou quase 2 mil mortos. “Esperamos que isso garanta um cessar-fogo permanente e restabeleça a estabilidade”, declarou o Ministério das Relações Exteriores egípcio em um comunicado.

O secretário-geral das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, celebrou a trégua de 72 horas acatada nesta segunda e pediu as duas partes que iniciem negociações para acabar com o conflito.

Em um comunicado, Ban solicitou "o início, o mais cedo possível, de negociações no Cairo para se alcançar uma trégua durável e tratar dos problemas que estão na origem" do conflito. "As Nações Unidas estão prontas para dar seu pleno apoio a estes esforços", destacou o secretário-geral.

Autoridades de Gaza disseram que 1.834 palestinos, a maioria civis, foram mortos no conflito. Israel confirmou que 64 de seus soldados morreram em combate, e os bombardeios palestinos mataram três civis em Israel.

Grupos palestinos, incluindo enviados do Hamas e da Jihad Islâmica, já estavam na capital egípcia, onde encontraram o chefe da inteligência do país nesta segunda para apresentar suas principais exigências para pôr fim à violência, que já deslocou mais de um quarto dos 1,8 milhão de habitantes de Gaza e destruiu 3 mil residências.

Imediatamente após a reunião, o Egito comunicou as demandas a Israel, entre elas um cessar-fogo, a retirada de forças israelenses de Gaza, o fim do bloqueio do empobrecido enclave e a libertação de alguns prisioneiros.

Israel começou a desacelerar sua ofensiva dizendo que o Exército alcançou o principal objetivo da operação terrestre: a destruição dos túneis usados pelos militantes para se infiltrar em seu território.

O Egito já se posicionou como mediador em outros conflitos em Gaza, mas, como Israel, se opõe ao Hamas, e tem se empenhado em fechar um acordo que ponha fim aos conflitos.

Já o Catar, que apoia o Hamas, ficou de fora das conversas egípcias, mas manteve consultas com a Turquia e com o secretário de Estado norte-americano, John Kerry, com o propósito de encerrar a crise caso o Egito fracasse, disseram uma fonte do Golfo e uma autoridade do Hamas em Doha.
 

G1
DeOlhOnafigueira

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Todos os túneis destruídos. Afirma governo israelita

 
Israel informou esta tarde que completou um dos principais objetivos da sua intervenção na Faixa de Gaza: a destruição da infraestrutura dos túneis utilizados para actos de terrorismo em Israel.
 
"As Forças de Defesa de Israel completaram o trabalho de neutralização dos túneis" - afirmou um oficial responsável do comando sul, acrescentando: "e estão agora a reposicionar-se em fortes posições defensivas dentro do território palestiniano."

Israel concedeu uma trégua humanitária unilateral de 7 horas 
Entre as 10 desta manhã e as 5 da tarde Israel concedeu unilateralmente aos palestinianos 7 horas de cessar fogo humanitário, após o que voltou a bombardear posições terroristas em Gaza.
 

domingo, 3 de agosto de 2014

Uma solução para o conflito na Faixa de Gaza: os palestinos se livrarem do Hamas

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Uma das causas dos confrontos na Faixa de  Gaza, tem sido decorrente das ações do Hamas, reconhecidamente um grupo terrorista, que tem como objetivo destruir Israel.

Uma solução para o conflito atual, seria a extinção do Hamas, que resultaria em paz para a Palestina.
 
Abaixo, trecho bem esclarecedor, extraído do facebook, de autor desconhecido, sobre o assunto:
Vou resumir em oito pontos por que a Palestina precisa se livrar do Hamas, mas só os palestinos podem fazer isso, não Israel por meio da guerra.

A guerra entre Israel e o Hamas, como toda a guerra, é injustificável e condenável. Mas, além disso, ela também é um erro estratégico para Israel porque:

1 - Os efetivos do Hamas não são compostos por soldados e sim por militantes. Esses militantes não usam uniformes. Estão misturados à população, em todas as ruas e em muitas casas, prédios públicos, escolas, hospitais, mesquitas, entidades e inclusive lojas comerciais. A rigor eles fazem parte da população civil.

2 - Os túneis cavados pelo Hamas para infiltrar jihadistas em território israelense fazem parte de um sistema complexo e são difíceis de ser encontrados com todas as suas ramificações. Suas entradas estão escondidas em edifícios públicos e privados. A rigor para encontrá-los seria necessário fazer buscas de casa em casa, prédio por prédio (o que é inviável em centenas de milhares de construções). Ademais, não é possível identificar facilmente um civil como militante do Hamas (a não ser com a ajuda da população local, que não será obtida pelos motivos que serão expostos mais adiante).

REFLEXÃO: A igreja que bajula o rico

 
Por Antonio Carlos Costa*
“Meus irmãos, não tenhais a fé em nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor da glória, em acepção de pessoas. Se, portanto, entrar na vossa sinagoga algum homem com anéis de ouro nos dedos, e trajes de luxo, e entrar também algum pobre andrajoso, e tratardes com deferência o que tem os trajes de luxo e lhe disserdes: Tu, assenta-te aqui em lugar de honra; e disserdes ao pobre: Tu, fica ali em pé, ou assenta-te aqui abaixo do estrado dos meus pés...". (Tiago 2: 1-3)
Tiago afirma que é possível tratamos o rico como se estivéssemos diante do anjo do Senhor: “… e tratardes com deferência o que tem os trajes de luxo e lhe disserdes: Tu, assenta-te aqui em lugar de honra…”. Thomas Manton nos chama a atenção, no seu comentário sobre o livro de Tiago, para o fato de a palavra grega para “tratardes com deferência" significar “olhar e observar com alguma admiração e especial reverência”.

Por quê essa admiração, culto e bajulação? O que pode levar o povo que diz conhecer “o Senhor da glória” a se deixar fascinar por um mortal? Os motivos são vários. A igreja pode, mencionando uns poucos exemplos, raciocinar da seguinte forma:

Sem acordo: "Israel agirá de acordo com seus próprios interesses"

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As autoridades israelenses não pretendem enviar uma delegação ao Cairo para as negociações sobre o fim das hostilidades na Faixa de Gaza, escreve este sábado o jornal israelense Haaretz, citando uma fonte militar.

"Não faz sentido promover este tipo de acordo. Não se trata mais de um cessar-fogo", declarou ao jornal uma fonte no serviço militar, observando que Israel está pronto para considerar o fim da operação especial somente após a instalação do sistema de contenção contra ataques a partir da Faixa de Gaza.

"Israel agirá de acordo com seus próprios interesses. Nós pretendemos tomar as medidas necessárias contra os ataques a partir da Faixa de Gaza e destruir os túneis", disse a fonte.

Voz da Rússia
DeOlhOnafigueira

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Fim dos tempos: Epidemia africana pode ser mais temível do que AIDS

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Foto: REUTERS/Samaritan's Purse
Uma mulher foi hospitalizada em Hong Kong com possível infeção de ebola. Segundo o jornal China Daily, a paciente acabava de voltar da África, onde a epidemia já matou mais de 670 pessoas. O diagnóstico não se provou mas nem por isso a Ásia está isenta do perigo do ebola.

A Europa também está alarmada. Na segunda-feira desta semana, um avião proveniente da Nigéria levou a Birmingham, segunda maior cidade do Reino Unido, um passageiro que foi logo hospitalizado com sintomas que pareciam de ebola. Segundo o canal Sky News, os testes médicos provaram que não se tratava de ebola. Mas cautela nunca é demais e o governo britânico convocou uma sessão de urgência do comitê anticrise (COBR, na sigla em inglês) dedicada à ameaça do ebola fora da África.

A epidemia atual do ebola começou em fevereiro na Guiné, se espalhando dali para as vizinhas Serra Leoa e Libéria. Recentemente, foi registrado o primeiro caso letal na cidade mais povoada da Nigéria, Lagos.

Dos mais de 1.100 casos de infeção registrados desde o início da epidemia, cerca de 700 foram letais. É a primeira vez que o vírus do ebola é tão cruel, diz Mikhail Schelkanov, chefe do Laboratório da Ecologia e de Vírus do Instituto de Virologia russo:

Exército de Israel anuncia fim de cessar-fogo em Gaza

Trégua humanitária começou às 8h locais e durou menos de seis horas.
Exército denunciou que um de seus soldados foi sequestrado.
Palestinos correm para se proteger em meio a bombas de gás lacrimogêneo atirada por soldados israelenses durante protesto contra a ofensiva na Faixa de Gaza, perto da prisão militar israelense de Ofer, na região de Ramallah, Cisjordânia (Foto: Majdi Mohammed/AP)
Palestinos correm para se proteger em meio a bombas de gás lacrimogêneo atirada por soldados israelenses durante protesto contra a ofensiva na Faixa de Gaza, perto da prisão militar israelense de Ofer, na região de Ramallah, Cisjordânia (Foto: Majdi Mohammed/AP)
O Exército de Israel anunciou nesta sexta-feira (1º) o fim do cessar-fogo que havia entrado em vigor às 8h locais (2h de Brasília) na Faixa de Gaza, sem muito sucesso, e anunciou que suas operações militares estavam em andamento no território, informou a Reuters.

O fim do cessar-fogo foi motivado, segundo o Exército israelense, pelo sequestro de um de seus soldados durante uma operação em túneis da fronteira entre a Faixa de Gaza e Israel.